segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

conquistas...

a vida é feita de conquistas e perdas...
o sabio é aquele que consegue durante as conquistas aprender o maximo com elas.
Pq nada é eterno.
nem que seja com a morte as coisa um dia acabam.
e as vezes acabam sem a gente querer, ou mesmo entender o pq acabaram
mas se somos sabios aprenderemos a lidar com as perdas e com as conquistas de cada dia.
cada dia conquistamos algo.
cada dia perdemos algo .
e cada dia algumas coisas são transformadas.
e diante do balé da vida com suas idas e vindas
nos resta aproveita-la
naum se esqueca de viver cada dia como se fosse o ultimo

uma vez disse um sabio

"o amanhã não existe, pois assim que ele chegar se tornara o hoje. E o que era hoje se tornara passado"

e o tempo que passou não volta mais

portanto não teremos a chance de tentar outra vez
será tudo diferente ...

e eu não quero viver me perguntano como seria se tivesse falado se tivesse feito se tivesse.....

não!
a vida deve ser vivida intensamente sem medo de se jogar assim devemos ser
Bruney Mavigno

conquistas...

a vida é feita de conquistas e perdas...
o sabio é aquele que consegue durante as conquistas aprender o maximo com elas.
Pq nada é eterno.
nem que seja com a morte as coisa um dia acabam.
e as vezes acabam sem a gente querer, ou mesmo entender o pq acabaram
mas se somos sabios aprenderemos a lidar com as perdas e com as conquistas de cada dia.
cada dia conquistamos algo.
cada dia perdemos algo .
e cada dia algumas coisas são transformadas.
e diante do balé da vida com suas idas e vindas
nos resta aproveita-la
naum se esqueca de viver cada dia como se fosse o ultimo

uma vez disse um sabio

"o amanhã não existe, pois assim que ele chegar se tornara o hoje. E o que era hoje se tornara passado"

e o tempo que passou não volta mais

portanto não teremos a chance de tentar outra vez
será tudo diferente ...

e eu não quero viver me perguntano como seria se tivesse falado se tivesse feito se tivesse.....

não!
a vida deve ser vivida intensamente sem medo de se jogar assim devemos ser
Bruney Mavigno
Lya Luft

"Não existe isso de homem escrever com vigor e mulher escrever com fragilidade. Puta que pariu, não é assim. Isso não existe. É um erro pensar assim. Eu sou uma mulher. Faço tudo de mulher, como mulher. Mas não  sou uma mulher que necessita de ajuda de um homem. Não necessito de proteção de homem nenhum. Essas mulheres frageizinhas, que fazem esse gênero, querem mesmo é explorar seus maridos. Isso entra também na questão literária. Não existe isso de homens com escrita vigorosa, enquanto as mulheres se perdem na doçura. Eu fico puta da vida com isso. Eu quero escrever com o vigor de uma mulher. Não me interessa escrever como homem."

sábado, 15 de janeiro de 2011

a mulher selvagem

Ricardo Kelmer 2004
Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível… mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat definido: vive em Catmandu, mora no prédio ao lado ou se mudou ontem para Barroquinha. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem.
Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo… e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem.
A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural… mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha.
Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua força e beleza. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo mas nem sempre resiste às guloseimas. Riponga do mato, gabriela brejeira? Não necessariamente, a maioria vive na cidade. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa… Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições.
Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita e viver é o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, um presente inesperado… Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo.
Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu.
Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se vêem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí… Bem, aí a Natureza sabe o que faz.
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2011 ano do recomeço

Olá a todos
Bem como o ano de 2010 foi o ano da reconstrução ,superação ,dos erros e acertos, das loucuras , excessos exageros, paixões.. descobertas , luta, enfim sobrevivência , tudo que pude  fazer ,mesmo que por muitas vezes meio suicida, mas vivida com muita coragem e sede ! E hj estou aqui , feliz ? não sei , estou meio que aprendendo também esses conceito de felicidade , mas alegre ,contente com o que eu consegui superar e aprender sobre mim e a vida e hoje cheia de esperança , cheia de vontade de realizações no trabalho, no amor ,na vida etc ! E sempre tentando ate conseguir ser uma pessoa melhor


                                                       

Maria Gadú - Altar particular

Maria Gadú - Altar particular